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Curiosidades: O que rolou nos bastidores

Saiba agora o que rolou por trás das câmeras.

 Todo projeto televisivo possui curiosidades que vão desde a concepção da idéia até chegar na casa dos telespectadores, e com O Amor e a Cidade não foi diferente. Conheça agora o que rolou nos bastidores do especial.

* 85 atores aproximadamente participaram da seleção para a escolha do elenco.

* O roteiro de “Primavera” foi reescrito 36 vezes.

* Gustavo Vieira (João Miguel) estava escalado para dar vida a Edu, que ficou com Leonardo Campos, mas convenceu o diretor de que era mais apto para interpretar João Miguel de “Inverno” e ganhou o papel.

* Helena Landim (make) e Matheus Martins (câmera), que eram da equipe técnica substituíram atores que faltaram no dia de gravação.

*Os atores de Verão gravaram as cenas iniciais de sua história em uma locação longínqua durante 6 horas, se estendendo até a noite.

* Os atores foram aconselhados a não revelar as tramas em que participavam para os demais colegas. Somente Natália Monte Carmello ficou sabendo de outras duas tramas além da sua.

* Helena Landim aparece em três das cinco histórias, mas os telespectadores não perceberam.

* A equipe da edição teve um trabalho duro durante o processo. Ao total, sem cortes, o especial daria 90 minutos, mas a proposta era somente 50 minutos, estipulado pela emissora.

* Cléo Gimenez  foi a última atriz a entrar para o especial.

* Durante a roteirização, Emerson Ghaspar decidiu tirar duas histórias que faziam parte do projeto: uma história de amor pós-morte e outra sobre amor aos animais.

*Viviane Araújo e Leonardo Campos são namorados, o que permitiu maior entrosamento. Há outros casais no elenco, como Natália Monte Carmello e Davi Junior, que estão em histórias distintas e Cléo Gimenez e Rubens Gimenez, que estão na mesma história, mas que não chegam a contracenar.

* É o quinto projeto em parceria de Emerson Ghaspar e Adão Mota.

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Entrevista: Outono

Lucas Nicolai e Andreza Celestino contam um pouco dos bastidores de Outono.

Falar de amor não é tarefa fácil ainda mais quando se faz personagens tão diferentes, mas isso em nenhum momento foi empecilho para Andreza Celestino e Lucas Nicolai, que deram vida a Heitor, Dora, Artur e Eva; ambos personagens de Outono.

 Fale um pouco de seus personagens. Como os construiu?

Lucas Nicolai: No especial, dou vida a dois personagens: Heitor e Arthur.

O Heitor é um rapaz estudioso e apaixonado, e até meio bobo quando está perto da pessoa que gosta. Já Arthur é mais descolado e extrovertido, que não se preocupa muito com as aulas e as provas. Construir Arthur foi mais fácil, até porque ele se parece comigo, daí resolvi agir mais naturalmente em cena. O Heitor foi mais difícil justamente por ter que desconstruir meus jeitos e aquietar-me. Pois ele é uma figura mais recatada, mais para dentro.

 Andreza Celestino: Interpreto, Eva no presente e a Dora no passado. Elas tem características muito diferentes, uma é extrovertida, impulsiva, a outra é recatada, tímida. O meu processo de construção de personagem, parte da pesquisa e da observação, como a Dora é uma personagem de outra época, foi necessário pesquisar costumes dos anos 60, mas depois desconstruí-los um pouco, pelo fato de ela estar a frente do seu tempo.

Quais as diferenças cruciais entre eles?

Andreza Celestino: Dora fala o que pensa, arrisca, já Eva não, ela vai por caminhos conhecidos e seguros, fala pouco e observa muito.

Lucas Nicolai: A preocupação com os estudos mais presente em Heitor. E a extroversão de Arthur.

Heitor é um rapaz estudioso que tem um amor inacabado do passado e que tem a chance de reviver nos dias de hoje. Como você vê o amor entre pessoas que são consideradas da terceira idade?

 Lucas Nicolai: Vejo muita beleza nesse amor que perdura, que vence o tempo. Conheço alguns casais da terceira idade que estão juntos a 40/50 anos e parecem bem em todos os sentidos da relação. É algo admirável, chego até desejar algo assim!

Dora é uma jovem a frente do seu tempo, que vive sem medo. Você acredita que as mulheres ainda sofrem de julgamento pre estabelecidos por uma sociedade ainda masculina?

 Andreza Celestino: Certamente. Isso tem mudado, mas ainda hoje as próprias mulheres julgam umas as outras. Acho que tudo começa na forma como se educa as meninas e o que se cobra das mulheres. Por mais que as coisas tenham mudado, ainda há quem acredite que uma mulher com uma postura fora do esperado, seja imoral e digna de qualquer adjetivo pejorativo, apenas por agir de modo diferenciado.

 Boa parte de “Outono” se passa nos anos 60, quais foram as preocupações em reproduzir trejeitos, postura e linguajar da época?

 Andreza Celestino: Houve trabalho de pesquisas sobre os costumes e uma busca por referências, mas como eu disse Dora é a frente do seu tempo, foi necessário construir e levemente “repaginar”  esses costumes.

 Lucas Nicolai: Houve uma preocupação com a postura e linguajar, mas não tanto em adicionar trejeitos ao Heitor. Eu quis neutralizar meus próprios trejeitos e fazê-lo com uma postura mais limpa. E claro, tanto por causa da época e pelos estudos, Heitor sempre fala corretamente. Tentei me policiar nisso.

 O Amor e a Cidade é uma homenagem aos 360 anos de Jundiaí. Qual é a relação que tem com a cidade?

 Lucas Nicolai: O Amor e a Cidade quis colocar Jundiaí como papel principal, justamente porque são 360 anos de histórias nas vidas das pessoas que vivem aqui. Imagine quantas histórias de amor tem Jundiaí como palco! Eu tive uma, creio você também… Sem a cidade elas não existiriam.

 Andreza Celestino: Eu nasci e cresci nessa cidade! Moro aqui desde que me entendo por gente, eu me construí aqui!

 O que podemos esperar de “Outono”?

Andreza Celestino: Uma historia de amor, daqueles que nunca morre, que resiste as tormentas. É apaixonante ver essas histórias que sobrevivem ao tempo. Não deixem de ver Outono, a partir do dia 05/12 na TV Rede Paulista.

Lucas Nicolai: Outono é uma bela história de amor e com certeza vai divertir e encantar jovens e adultos. Fizemos com carinho, realmente espero que gostem. Não percam, O Amor e a Cidade.

#OAmoreaCidade estreia dia 05/12 às 18h pela TV Rede Paulistacanal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran.

Entrevista: Verão

Leonardo Campos e Viviane Araújo são protagonistas da história “Verão”.

Um beijo dado em uma festa é o mote inicial de Verão, história que faz parte do especial O Amor e a Cidade, que será veiculado pela TV Rede Paulista  a partir de 05 de dezembro. Leonardo Campos e Viviane Araújo, interpretes de Edu e Júlia, contam um pouco mais sobre o projeto.

 Fale um pouco do seu personagem.

Leonardo Campos: Edu estava desanimado após o término de um relacionamento e quando ele encontra uma garota achando que é a mulher da vida. Ele fica tão entusiasmado e se joga em uma aventura sem mesmo saber se dará certo.

 Viviane Araújo: Júlia é uma garota cheia de incertezas e medos, ela quer muito algo, mas, ao mesmo tempo, morre de medo de tentar. E por ter tanto medo, ela acaba mentindo e acha que assim tudo vai melhorar.

 Como você o construiu?

 Leonardo Campos: Fui construindo o personagem aos poucos colocando uma característica de cada vez, como o jeito impulsivo e teimoso.

 Viviane Araújo: Tentei construir a Júlia, pensando que ela tenha a mesma idade que eu, ainda mais nessa fase cheia de incertezas. Tentei colocar nela, esse medo que ela tem de tentar e ao mesmo tempo a capacidade que ela teve para mentir e fingir que não sabia de nada.

 No “Verão”, Edu é um cara que foi abandonado e que conhece uma jovem especial em uma festa. Quando ela desaparece, ele entra em uma incessante busca atrás dela. Você já fez ou faria algo similar? Seria capaz de grandes atos românticos?

 Leonardo Campos: Eu nunca fiz e não faria porque acho que não é em uma noite que se conhece uma pessoa, não é uma noite que a torna especial ,de modo que, me faça buscar tão intensamente uma pessoa. Sobre grandes atos sim! Eu faria algumas loucuras (risos).

 Júlia é uma jovem amiga, leal e compreensiva, que se incomoda quando vê que Edu está indo atrás de uma garota que ele não conhece. Você faria algo pra impedir que algum amigo seu se jogasse em uma aventura tão perigosa em busca do amor? (Mesmo que isso significasse perder a amizade)

 Viviane Araújo: Eu me sentiria muito incomodada com o fato de um amigo meu querer se jogar em uma aventura, na qual ele poderia muito bem quebrar a cara. Tentaria sim fazer algo para impedi-lo para mostrar pra ele o quanto a amizade dele é importante para mim.

 Verão” é nitidamente uma história voltada para o público jovem. Como o jovem encara o amor?

 Leonardo Campos: Eu não posso dizer como os jovens encaram o amor, pois o amor não tem padrões, isso varia em cada pessoa. O que importa é amar.

 Viviane Araújo: Acredito que cada um tem sua forma de encarar o amor. Tem jovens que ficam extremamente mal por perder um amor e que perderam o amor de sua vida, outros que encaram como uma experiência a mais e “bola pra frente”. É muito difícil definir como o jovem encara o amor hoje em dia, acho que não é uma coisa padrão.

 Como foi participar desse projeto?

Leonardo Campos: Foi uma experiência nova, pois nunca havia atuado antes tanto no teatro quanto na TV. Quero agradecer a produção pela oportunidade, dedicação e paciência nesse projeto.

Viviane Araújo: Foi uma experiência espetacular! Ainda mais por ser a primeira vez que participo de um projeto como esse, frente às câmeras.

  O que podemos esperar de “Verão” e do especial O Amor e a Cidade?

 Leonardo Campos: Verão é uma história que certamente muitas pessoas já viveram, cheia de incertezas até um pouco de suspense. Vocês curtirão, estou certo disso.

 Viviane Araújo: Verão é uma história de amor jovem, com encontros e desencontros. É aquela história que quando você assiste, fica com vontade de ir lá e dar um “chacoalhão” nos personagens e falar “acorda pra vida!”, também é uma história que acontece muito no dia a dia e que muitas pessoas podem se identificar .

#OAmoreaCidade estreia dia 05/12 às 18h pela TV Rede Paulistacanal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran

Entrevista: Primavera

João Vitor Trevizan e Camila Munhoz contam um pouco sobre “Primavera”.

Dois desconhecidos se apaixonam quando uma casualidade do destino resolve colocá-los na mesma estrada. Sim, a premissa parece de comédias românticas, mas esse é o mote de “Primavera”, que poderá ser visto pela TV Rede Paulista a partir de 05 de dezembro. Estrelado por Camila Munhoz e João Vitor Trevizan, você confere agora uma entrevista com os dois contando um pouco da trama.

 Fale um pouco do seu personagem. Como o construiu?

Camila Munhoz: A Luísa teve uma desilusão amorosa no passado que não superou até hoje, por isso ela não acredita no amor. Me baseei nos meus relacionamentos passados para tentar entender o sentimento da personagem e junto construir esse ódio que ela têm em relação ao amor.

João Vitor Trevizan: Interpreto Arman, um rapaz apaixonado que veio de muito longe para encontrar com a mulher de sua vida. Ele é de uma outra cultura, eu tive que estudar como seria viver em outro lugar e como seria uma pessoa que é guiada totalmente pela emoção.

A história central é de um rapaz que vem atrás de uma moça que conheceu pela internet, mas que acaba se perdendo. Na história sua personagem o ajuda, você faria o mesmo?

 Camila Munhoz: Sinceramente, só se eu tivesse tempo. Apesar de gostar muito de ajudar as pessoas, o máximo que eu faria seria levar até o terminal de ônibus e desejar boa sorte.

 Arman conhece uma garota pela internet e vem atrás dela. Você seria capaz de tal ousadia?

 João Vitor Trevizan: Sim, mas eu ficaria desmotivado se a pessoa morasse muito longe, eu teria que achar ela realmente especial.

 Nos dias de hoje, com várias pessoas se conectando através da internet e se apaixonando sem contato físico, vocês já passaram por algo assim?

 João Vitor Trevizan: Apaixonar não, mas já conversei com pessoas interessantes apenas pela internet, mas não desenvolvi nada mais do que amizade.

 Camila Munhoz: Sim, conheci meu atual namorado pela internet.

 Como foi fazer parte desse projeto, que homenageia os 360 anos de Jundiaí?

 Camila Munhoz: Foi uma experiência única e inesperada. Nunca imaginei fazer algo para televisão e espero poder ter outras oportunidades como essa, ainda mais por se tratar de um projeto para minha cidade natal.

 João Vitor Trevizan: Foi uma experiência realmente incrível e nova para mim, sempre atuei em peças de teatro e essa foi a minha primeira vez que faço uma gravação para televisão, me sinto feliz por participar dessa homenagem para a cidade e de trabalhar com uma equipe fantástica.

 O que podemos esperar de “Primavera” e do especial O Amor e a Cidade?

João Vitor Trevizan: O amor em suas diversas formas sendo apresentadas em emociantes histórias, na primavera teremos a paixão e a desconfiança andando lado a lado.

 Camila Munhoz: Assim como na primavera, veremos o desabrochar não só da flora terrestre, mas também do sentimento que é tema da série.

 Primavera faz parte do especial #OAmoreaCidade estreia dia 05/12 às 18h pela TV Rede Paulista, canal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran.

Tudo de verdade

Produção foge de estúdios e cenários prontos, para que o telespectador possa se identificar e visitar lugares comuns da cidade.

“Fuja do padrão”, esse é o lema que a produção de #OAmoreaCidade colocou para si própria quando começou a desenvolver o projeto. Diferente de outras produções, que tem a maioria das cenas gravadas em estúdio e algumas realizadas em lugares reais, O Amor e a Cidade é totalmente realizada em lugares que os jundiaienses passam diariamente.

A proposta de gravar “em loco” surgiu da vontade de aproximar o telespectador para as histórias que serão ambientadas nas quatro estações do ano, em lugares já conhecidos.

Jardim Botânico e Serra do Japi são cenários fundamentais para a história da Primavera.

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Já o Bamboo, tradicional restaurante da cidade, que fica localizado na Rua Anchieta n° 679, foi palco para uma das cenas de Inverno. A história também teve cenas rodadas no centenário teatro Polytheama, que possui 1124 lugares.

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A Construtora Santa Ângela, que desde 1983 investe em Jundiaí, apoiou a Home 21 nas gravações de Meia Estação, uma história emocionante sobre a disputa pela guarda de uma linda garotinha. Quer conhecer o local onde a história se passa? Clique aqui

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Ponto de encontro de jovens em Jundiaí, o Maxi Shopping Jundiaí  foi a locação ideal para as cenas de Edu, Júlia e demais personagens da história de Verão. O Shopping que possui mais 240 lojas, cinemas e praça de alimentação, não poderia deixar de ser palco dessa linda história.

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Fotos: Adão Mota // Matheus Martins // Helena Landim // Bianca Aguila

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