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Locução: As vozes por trás do especial

Eliane Lucenti e Eveline Caravazi são as donas das vozes por trás de O Amor e a Cidade.

Quem assiste Amor e a Cidade sabe que há uma mulher de voz feminina imponente que narra e entrelaça todas as tramas do especial exibido pela TV Rede Paulista. Diferente disso, há uma voz doce, sutil, porém marcante que narra as chamadas de O Amor e a Cidade. Sim, são duas vozes femininas que dão a cara do projeto que homenageia a cidade de Jundiaí.

Eliane Lucenti é a dona da voz que narra O Amor e a Cidade. Com formação em teatro e em música, Eliane também interpreta no especial, dando vida a Bibliotecária, que mantêm um lindo segredo na história “Outono”. Talentosa, Eliane ainda foi a preparadora de elenco. Saiba como ela desenvolveu essa etapa clicando aqui.

Já a voz das chamadas do especial pertence a Eveline Caravazi. “Eve”, como é mais conhecida nas redes sociais é jornalista formada pela Faccamp, além de ter cursado Técnico em locução e apresentação de programas para Rádio e TV na fundação Rede Amazônica em Manaus. Eveline já teve experiências como locutora em rádios voltadas para o público sertanejo, além de ser conhecida por suas mensagens motivacionais no Facebook. Para saber mais, clique aqui

E não deixem de ver as próximas exibições na Tv Rede Paulista neste mês de Dezembro nos dias: 12 (18h), 14 (23h), 20 (18h), 21 (23h), 27 (18h) e 28 (23h), pela NET (canal 22), UHF (canal 14) JundiCabo (canal 68) ou pelo nosso site ao vivo www.tvredepaulista.com.br

 

Trilha Sonora: As músicas que embalam as histórias de O Amor e a Cidade

Pop, sertanejo e indie são alguns gêneros que fazem parte da trilha sonora.

Todo mundo conhece alguma história romântica que tenha um tema musical e uma boa trilha fica marcada para sempre na mente de quem adora um bom romance. Pensando nisso, a trilha sonora de O Amor e a Cidade não poderia ser diferente e apresenta vários estilos musicais.

O cantor Santanna e dono da música tema de abertura “Nas Quatro Estações”, que tem o mesmo tema das histórias do especial. O artista é sucesso na internet, tendo grande destaque na região Centro-Oeste do Brasil. Conheça agora a música tema de abertura:

 

Quem também é conhecido no universo sertanejo, é o cantor Biollo, que possui mais de 250 mil inscritos em seu canal no Youtube e que canta a música tema da história “Verão”.

 

A história “Meia Estação” é embalada com a voz da cantora francesa Soko. A cantora já teve sua música em primeiro lugar no iTunes e nas rádios dinamarquesas.

 

A música ‘’Yes And Nothing Less’’ do cantor brasiliense Tiago Iorc também faz parte do especial, sendo tema da história Outono. O cantor já teve músicas nas trilhas sonoras de telenovelas da Rede Globo, de uma série na Coreia e em 2014 foi indicado ao Prêmio da Musica Brasileira pelo álbum Zeski . Em 2015, sua nova versão da música ‘’What A Wonderful World’’ foi tema de abertura da novela das 18h Sete Vidas, da Globo.

 

#OAmoreaCidade estreia dia 05/12 às 18h pela TV Rede Paulistacanal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran.

Entrevista: Meia Estação

Faell Vasconcelos e Alex Miguel contam um pouco dos bastidores de O Amor e a Cidade. 

André e Franz são jovens distintos que vêem suas vidas se unir através de um amor por uma criança, a pequena Helô (Laura Alves). Diferente deles, os atores Alex Miguel e Faell Vasconcelos.

 Fale um pouco do seu personagem.

 Alex Miguel: O André é um rapaz humilde, educado, que gosta de ajudar o próximo e por isso esquece um pouco de viver sua vida. É muito trabalhador. Mora sozinho isso talvez o ajude a ser essa pessoa centrada e responsável que é. É um pouco carente e busca suprir essa carência dando carinho e atenção a tudo e a todos a sua volta. Não se deixa abater por complicações da vida, seja pessoal ou profissional. Mas seu subconsciente busca amor e sucesso.

Faell Vasconcelos: Devido a sua escolha profissional, o Franz se viu na obrigação de amadurecer muito rápido. Saiu do seu país e foi morar na Itália. Conquistou a sua independência e se tornou um profissional de sucesso. Para isso ele teve que sacrificar algumas coisas, como o contato com a família, por exemplo.

Você tem algo em comum com ele? Como você o construiu? Teve alguém da vida real como referência?

Alex Miguel: O que temos em comum é amor ao próximo, o respeito por qualquer ser vivo. A educação também é algo em comum. Para a construção do meu personagem, busquei em pessoas que já convivi, jeitos, costumes etc… Mas o que mais contou foi buscar entender o que esse personagem sentia, como era sua vida cotidiana, seus pensamentos, seus sentimentos e assim por diante. Pois o ator precisa basicamente de três coisas para trabalhar: corpo, voz e principalmente sentimento, precisa agir com o coração. Precisa buscar coisas além do texto, precisa entender não só o presente mas também o passado do personagem

Faell Vasconcelos: Acredito que a determinação em seguir naquilo o que sonhou como carreira seja o que mais me aproxima do Franz. Particularmente, assim como ele, me vejo na obrigação de diariamente tomar decisões difíceis em prol da minha profissão, decisões estas que faz com que eu perca momentos com a família e amigos. A construção do Franz surgiu de forma natural. Assim que recebi o roteiro fiz uma gênese da personagem e fui buscando referências da minha memória emotiva, ninguém real. Busquei referência de personagens que já dei vida ou que contracenei nestes meus 17 anos de profissão como ator.

 Sua história, “Meia Estação”, seu personagem luta por uma garotinha, já que se afeiçoa a ela. É uma forma de amor sem retribuição direta, você acredita que falta um pouco desse amor nos dias de hoje? É essa a proposta do projeto, falar sobre o amor gratuito por alguém que não é familiar?

Alex Miguel: Acho que o mundo hoje esconde um pouco esse amor pelo próximo. Mas não por que as pessoas não sentem esse amor, e sim porque hoje a violência se impera, está muito difícil confiar nas pessoas e isso faz com que as pessoas se fechem umas para as outras. Acho que o projeto de O AMOR E A CIDADE, faz com que as pessoas reflitam sobre isso, “até que ponto posso me dar a chance de amar e ser amado, sem esperar nada em troca”, simplesmente Amar. É. Disso que carece o mundo: AMOR.

 Em “Meia Estação”, Franz, seu personagem é alguém que vive em função do trabalho. Você acredita que as pessoas estejam vivendo em função da carreira, dinheiro ou outra coisa e esquecendo o principal, que é amar? O mundo atual está nos levando a isso?

Faell Vasconcelos: Com certeza. Como disse, neste aspecto sou muito parecido com o Franz. Tomando como base a minha profissão, trata-se de uma área em que não podemos parar. O ator tem que estar em constante exercício da função, correndo atrás, se reciclando e estudando sempre que possível. Atualmente estou na web série Os Boêmios, e além de atuar, também sou o roteirista e diretor, junto do meu parceiro Arthur Chermont. E para que este trabalho ganhe vida, há dias em que fico acordado de 33 a 36 horas. Virado, direto. Eu vivo em função da minha profissão. Sou casado há 9 anos, mas ainda assim não é fácil conciliar esta maratona louca de gravação e teatro com família e relacionamento. Fico devendo demais neste aspecto. Mas o mundo hoje é ágil e a cada dia surgem profissionais cada vez mais qualificados que nós e se pararmos eles nos engolem. O que devemos fazer então é estar sempre na ativa e nunca deixar de estudar, esta é a realidade do mundo hoje.

Como foi fazer parte desse projeto, que homenageia os 360 anos de Jundiaí?

Alex Miguel: Gostei de participar do projeto. A produção está de parabéns pelo trabalho.

Jundiaí completa nesse ano 360 anos. Qual é sua relação com a cidade? Já viveu alguma história de amor marcante na cidade?

Faell Vasconcelos: Nasci em Campo Limpo Paulista, boa parte da minha vida morei em Várzea Paulista e somente agora, depois de casado é que estou vivendo efetivamente em Jundiaí. Mas a minha relação com a cidade sempre existiu. Foi aqui que estudei teatro pela primeira vez, minha formação colegial e universitária aconteceu na cidade. Conheci o meu amor na cidade e estamos juntos há 9 anos, meu filho é jundiaiense. Tenho um carinho enorme pela cidade. Tanto que todos me questionam o porquê de eu não me mudar para capital, uma vez que toda a minha profissional é centrada em São Paulo; e a resposta é simples: adoro Jundiaí. Embora a cidade tenha crescido demais, ela ainda consegue manter aquele clima de cidade provinciana e interiorana.

 O que podemos esperar de “Meia Estação” e do especial O Amor e a Cidade?

Alex Miguel: Convido à todos a prestigiar esse trabalho que foi feito com muito amor e entrega. Com histórias que conquistara e surpreenderá todos os públicos.

Faell Vasconcelos: O projeto é lindo, em especial o episódio Meia Estação. O público pode esperar muitos conflitos, redenção e, claro, muito amor. ´Meia Estação é um episódio bastante peculiar e que chamará a atenção do telespectador. Eu diria que se trata de um episódio especial dentro de um especial. Ficou confuso, será? Por isso assistam. Tenho certeza que vocês não se arrependerão e ficarão encantados com o FINAL SURPREENDENTE de Meia Estação.

Meia Estação faz parte de uma das cinco histórias que compõem o especial

O Amor e a Cidade estreia dia 05/12 às 18h pela TV Rede Paulista, canal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran.

Preparação de Elenco: A arte de extrair emoções

Sob os cuidados de Eliane Lucenti, atores puderam desenvolver suas habilidades para tramas específicas do especial.

Em O Amor e a Cidade, cada gesto, palavra ou até postura do elenco foi pensado nos mínimos detalhes para que cada história se tornasse o mais crível possível. Sob os cuidados da preparadora de elenco, Eliane Lucenti, os atores puderam desenvolver suas habilidades e dar o seu melhor.

Confira agora uma entrevista com Eliane, que conta como foi a preparação dos atores para o especial da TV Rede Paulista.

 1.  Cada ator tem seu tempo e maneira de conduzir o personagem, como você consegue extrair o que se espera dele, segundo especificações da direção ou até mesmo do roteiro?

Não existe uma fórmula mágica, é mesmo caso a caso, mas o que faço é estar ao lado do ator nesse mergulho de pesquisa da personagem, porém sem invadir seu espaço no processo, colaboro levantando questões, oferecendo ferramentas para que ele possa sentir-se mais seguro. Vejo como uma costura que leva em conta todas as questões dramáticas, não pode ser forte de mais para que não deixe de levar em conta o trabalho e a autenticidade do ator, mas que seja firme o suficiente para unir as partes e chegar no melhor resultado possível.

  1. Qual é a maior preocupação ou dificuldade que se teve durante a preparação do elenco do especial?

Este trabalho foi um desafio para toda a equipe pois reuniu uma gama de situações, desde atores profissionais já acostumados com as lentes até marinheiros de primeira viagem! Meu maior desafio foi tentar equalizar tudo isso, espero ter conseguido.

 3. Qual a importância da preparação de elenco durante o processo?

Fundamental em algumas situações, pois trabalha para o melhor desempenho do ator na atuação de seu papel, ajudando o ator a compreender o corpo, a voz e a consciência da personagem para a construção de um fazer orgânico, carregado de verdade.

  1. O que o público pode esperar de O Amor e a Cidade?

Um trabalho artístico feito por corações apaixonados por seu trabalho e por esta cidade, que se dedicaram ao máximo para presentear todo o povo jundiaiense com histórias encantadoras.

O Amor e a Cidade estreia dia 05/12 às 18h pela TV Rede Paulista, canal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran.

Elenco: Conheça os interpretes do especial

Atores se unem para homenagear Jundiaí.

Altos, magros, gordinhos ou baixos, atores de todos os tipos estão prestes a dar vida a personagens que se aproximam ao máximo de nossa realidade. Vividos por boa parte de atores jundiaienses, os atores de O Amor e a Cidade, rompem a barreira do padrão pré existente e dão vida a personagens comuns, repleto de dramas e dilemas que os aproximam do amor.

Vindos da Companhia de Teatro Techniatto: Camila Munhoz e João Vitor Trevizan dão vida a Luísa e Arman, dois desconhecidos unidos pela solidariedade, que acabam se envolvendo na trama de “Primavera”. Da Techniatto ainda vieram Natália Carmelo, Stephanie Leite e Willian Cayres, que integram o elenco de “Inverno”, uma história sobre amor ao próximo. Gustavo Vieira complementa o elenco dando vida ao personagem central masculino.

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Em “Meia Estação”, a história central está na disputa de André e Franz pela guarda da pequena Heloísa. Os personagens são vividos por Alex Miguel e Faell Vasconcelos, que já tiveram peças teatrais apresentadas em São Paulo e Campinas. Os dois ainda podem ser vistos nas web séries: O Lar de Todas As Cores e Os Boêmios. Os atores Davi Junior, Willian Cayres e a pequena Laura Alves completam a obra.

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Já Davi Almeida, Leonardo Campos e Viviane Araújo são os personagens centrais de “Verão”, a trama voltada para o publico jovem do especial. A história relata a trama de Edu, que está em busca do amor de sua vida, mas de quem não sabe nem o nome.  Diferente de “Verão”, a história de “Outono” mostra uma história de amor que resistiu ao tempo. Heitor, vivido por Rubens Gimenez, mantêm uma história de amor vivo através de um livro muito especial, que busca todos os anos na Biblioteca Nelson Foot. Lucas Nicolai e Andreza Celestino dão vida a personagens que retratam com detalhes esse amor. Eliane Lucenti, Camila Chinarelli e Cléo Gimenez completam o elenco dessa grande história de amor.

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Quer mais? Veja em primeira mão o tease do especial =D

Gostou? Então não perca a estréia no dia 05/12 às 18h pela TV Rede Paulista, canal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran.

Referencias: O amor como ponto de partida

Cinema e histórias reais de Jundiaí foram referências para o desenvolvimento do projeto.

Quando o assunto é “amor” há várias histórias para serem contadas, mas como definir que tipo de amor levar para as telas sempre é a questão. Depois de definido o tema, a equipe de pesquisa de O Amor e a Cidade, recorreu a outros meios de comunicação para idealizar e desenvolver o projeto.

Como referência maior, o cinema com suas inúmeras histórias de amor, teve como ponto de partida o projeto Cities Of Love, idealizado pelo cineasta francês Emmanuel Benbihy, que resultou nos filmes Paris, Eu Te Amo; Nova York, Eu Te Amo e Rio, Eu Te Amo. Assim como nessas obras, a cidade é o ponto forte de todo o projeto.

O Amor e a Cidade ainda se inspirou nas histórias reais de Jundiaí e em seus problemas para criar as tramas do especial. O que terá havido com Maria dos Pacotes, ícone da cidade, que segundo relatos não teve o casamento realizado? E se ela tivesse tido uma segunda chance, de na maturidade, encontrar seu amor do passado? O Amor que supera o tempo, é tema de Outono, uma das histórias que compõe o especial.

Inspirado na realidade, que ninguém quer ver, o projeto criado pela Prefeitura de Jundiaí, de deixar roupas espalhados em pontos estratégicos, para que moradores de rua a utilizassem durante o frio, levou o criador da série a criar uma trama que relata o que podemos fazer por aqueles que não conhecemos e como o amor une todos os seres.

Histórias que podem acontecer com vocês, todos os dias, são a grande essência de O Amor e a Cidade, que estreia dia 05/12 as 18h pela TV Rede Paulista, canal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran.

Maquiagem e Caracterização: A aposta no “menos é mais”

A maquiadora e caracterizadora Helena Landim explica como aplica sua arte na caracterização dos personagens de O Amor e a Cidade.
A maquiadora e caracterizadora Helena Landim explica como aplica sua arte na caracterização dos personagens de O Amor e a Cidade.

Sombras, bases e corretivos fazem parte da rotina de qualquer set de filmagem e com O Amor e a Cidade não é diferente. Sob os cuidados da maquiadora e caracterizadora Helena Landim podemos ver o tamanho e magnitude desse processo, que transforma  atores em personagens repletos de detalhes.

Segundo Helena, sua maior referência veio da telenovela “I Love Paraisópolis”, que representa bem o cotidiano dos paulistanos, que são bem próximos dos jundiaienses. Sob o seu processo de criação, a maquiadora explica quais foram suas adversidades e facilidades durante as gravações: “A maquiagem mais complexa foi a do mendigo, que foi concluída depois de muitas pesquisas. As facilidades se deram por serem makes leves, mais cotidianas e as dificuldades somente por alguns dias de gravações estarem em temperaturas mais quentes e manter os atores maquiados de baixo do sol não é fácil”.

A maquiadora que também caracterizou os personagens, explica o conceito por trás de seu trabalho, que poderá ser acompanhado pela TV Rede Paulista a partir de 05 de dezembro: “O primordial em todo trabalho é se lembrar que menos é mais. Muitas pessoas cometem alguns exageros na hora de caprichar nas makes, então para não fazer feio aposte em cores claras e claro sem exagerar, o nude, por exemplo, é simples e chiquérrimo.

Para quem deseja estar sempre bem maquiada, Helena dá algumas dicas simples, porém essenciais: “Para corrigir defeitos é bom sempre usar um corretivo, mas, na faltar do corretivo, você pode utilizar a sua própria base: passe uma segunda camada do produto nas olheiras, espinhas e marcas no rosto.

Ah e é sempre bom lembrar que para uma maquiagem perfeita tem que seguir 3 regrinhas básicas sobre pele: limpeza (a pele tem que estar bem limpa), hidratação (use hidrante específico para o rosto e para o seu tipo de pele) e proteção (não esqueça protetor solar sempre!).

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Figurino: A segunda pele

Com a proposta de ser o mais natural possível, figurino explora nuances delicadas de seus personagens.

 Quem assistir ao especial #OAmoreaCidade pode ter certeza que nada ali não tenha um significado além do que é apresentado. Com o figurino não é diferente e o que o publico poderá conferir a partir do dia 05/12 pela TV Rede Paulista, é que as peças complementam e dizem muito do personagem e sua história.

Com uma proposta de trazer o personagem para a realidade de seu intérprete, os atores compartilharam ideias com a direção e juntos chegaram ao figurino de seus personagens. O processo além de ajudar os atores a enxergarem com clareza seus personagens permitiu uma criação mutua, onde o figurino, ou “segunda pele” como foi denominado pela direção, ajudou no reconhecimento dos dramas desses personagens tão próximos da nossa realidade.

O figurino bem representado através das estações do ano, não seguiram tendências de grandes estilistas e sim foram desenvolvidos conforme a realidade em que os personagens viviam. A produção acredita que não adiantar criar uma “tendência” que fuja da nossa realidade. Tem que ser o dia a dia. Isso dá mais veracidade.

Com uma paleta de cores bem definidas, o projeto foge do que se espera de cada estação do ano. “Não é porque é primavera que vamos abusar de cores que remetam flores, nem porque é verão que usaremos cores claras e vibrantes. Queremos a realidade. Abusamos do que vemos em lojas”, afirma a produção.

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O Que é o Amor?

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Especial homenageia as diversas formas de amor tendo Jundiaí como palco.

Jundiaí, a conhecida “Terra da Uva”, a partir de dezembro também será palco de lindas histórias de amor, que serão levadas ao ar pela nossa querida TV Rede Paulista em homenagem aos 360 anos da cidade. Mas para você, o que é o amor?

Para responder a essa pergunta, o especial O Amor e a Cidade contará cinco histórias de amor que são ambientadas em locais conhecidos dos jundiaienses, trazendo o público mais próximo da realidade e mostrando para quem não conhece, as belezas locais.

Divididas entre as estações do ano, O Amor e a Cidade mostrará as várias formas de amor e como as pessoas reagem a esse sentimento tão verdadeiro, mas que é sempre inesperado e transformador. Fugindo de clichês de amor carnal, o especial contará histórias de amor ao próximo, amor em tempos de internet, sobre o amor juvenil, sobre amizade (que não deixa de ser uma forma de amor) e contará até com uma história direcionada ao público da terceira idade. Enfim, histórias de amor não faltarão.

Criado por Emerson Ghaspar, a idéia do especial surgiu da vontade de homenagear a cidade de Jundiaí e de uma pergunta: “Responda em uma só palavra: O que é amor?” Através das respostas das pessoas, o autor desenvolveu os personagens e tramas que contasse a grandiosidade desse sentimento e de como ele abrange e modifica os demais.  “As pessoas acreditam que o amor é uma mentira, que é ilusão, mas esquecem que o amor que realmente importa é o que nasce de dentro delas. Você não pode achar que o que sente é uma ilusão, uma mentira, é real. O amor que vem de dentro de você é sim o verdadeiro, forte, não se pode negar. Então porque não vivê-lo? As pessoas acham que o amor machuca, mas, na verdade, ele salva, muda. É nisso que acreditamos e queremos mostrar.”

O Amor e a Cidade era um projeto que inicialmente foi criado para internet, mas que ganhou o apoio da TV Rede Paulista, que curiosamente completa 10 anos em 2015, e irá ao ar no dia 05 de dezembro as 18h. Você não pode perder. Mas e para você: O que é o amor? Responda nos comentários com uma só palavra.

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fotos: Adão Mota e Matheus Martins