Entrevista: Verão

Leonardo Campos e Viviane Araújo são protagonistas da história “Verão”.

Um beijo dado em uma festa é o mote inicial de Verão, história que faz parte do especial O Amor e a Cidade, que será veiculado pela TV Rede Paulista  a partir de 05 de dezembro. Leonardo Campos e Viviane Araújo, interpretes de Edu e Júlia, contam um pouco mais sobre o projeto.

 Fale um pouco do seu personagem.

Leonardo Campos: Edu estava desanimado após o término de um relacionamento e quando ele encontra uma garota achando que é a mulher da vida. Ele fica tão entusiasmado e se joga em uma aventura sem mesmo saber se dará certo.

 Viviane Araújo: Júlia é uma garota cheia de incertezas e medos, ela quer muito algo, mas, ao mesmo tempo, morre de medo de tentar. E por ter tanto medo, ela acaba mentindo e acha que assim tudo vai melhorar.

 Como você o construiu?

 Leonardo Campos: Fui construindo o personagem aos poucos colocando uma característica de cada vez, como o jeito impulsivo e teimoso.

 Viviane Araújo: Tentei construir a Júlia, pensando que ela tenha a mesma idade que eu, ainda mais nessa fase cheia de incertezas. Tentei colocar nela, esse medo que ela tem de tentar e ao mesmo tempo a capacidade que ela teve para mentir e fingir que não sabia de nada.

 No “Verão”, Edu é um cara que foi abandonado e que conhece uma jovem especial em uma festa. Quando ela desaparece, ele entra em uma incessante busca atrás dela. Você já fez ou faria algo similar? Seria capaz de grandes atos românticos?

 Leonardo Campos: Eu nunca fiz e não faria porque acho que não é em uma noite que se conhece uma pessoa, não é uma noite que a torna especial ,de modo que, me faça buscar tão intensamente uma pessoa. Sobre grandes atos sim! Eu faria algumas loucuras (risos).

 Júlia é uma jovem amiga, leal e compreensiva, que se incomoda quando vê que Edu está indo atrás de uma garota que ele não conhece. Você faria algo pra impedir que algum amigo seu se jogasse em uma aventura tão perigosa em busca do amor? (Mesmo que isso significasse perder a amizade)

 Viviane Araújo: Eu me sentiria muito incomodada com o fato de um amigo meu querer se jogar em uma aventura, na qual ele poderia muito bem quebrar a cara. Tentaria sim fazer algo para impedi-lo para mostrar pra ele o quanto a amizade dele é importante para mim.

 Verão” é nitidamente uma história voltada para o público jovem. Como o jovem encara o amor?

 Leonardo Campos: Eu não posso dizer como os jovens encaram o amor, pois o amor não tem padrões, isso varia em cada pessoa. O que importa é amar.

 Viviane Araújo: Acredito que cada um tem sua forma de encarar o amor. Tem jovens que ficam extremamente mal por perder um amor e que perderam o amor de sua vida, outros que encaram como uma experiência a mais e “bola pra frente”. É muito difícil definir como o jovem encara o amor hoje em dia, acho que não é uma coisa padrão.

 Como foi participar desse projeto?

Leonardo Campos: Foi uma experiência nova, pois nunca havia atuado antes tanto no teatro quanto na TV. Quero agradecer a produção pela oportunidade, dedicação e paciência nesse projeto.

Viviane Araújo: Foi uma experiência espetacular! Ainda mais por ser a primeira vez que participo de um projeto como esse, frente às câmeras.

  O que podemos esperar de “Verão” e do especial O Amor e a Cidade?

 Leonardo Campos: Verão é uma história que certamente muitas pessoas já viveram, cheia de incertezas até um pouco de suspense. Vocês curtirão, estou certo disso.

 Viviane Araújo: Verão é uma história de amor jovem, com encontros e desencontros. É aquela história que quando você assiste, fica com vontade de ir lá e dar um “chacoalhão” nos personagens e falar “acorda pra vida!”, também é uma história que acontece muito no dia a dia e que muitas pessoas podem se identificar .

#OAmoreaCidade estreia dia 05/12 às 18h pela TV Rede Paulistacanal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran

Entrevista: Primavera

João Vitor Trevizan e Camila Munhoz contam um pouco sobre “Primavera”.

Dois desconhecidos se apaixonam quando uma casualidade do destino resolve colocá-los na mesma estrada. Sim, a premissa parece de comédias românticas, mas esse é o mote de “Primavera”, que poderá ser visto pela TV Rede Paulista a partir de 05 de dezembro. Estrelado por Camila Munhoz e João Vitor Trevizan, você confere agora uma entrevista com os dois contando um pouco da trama.

 Fale um pouco do seu personagem. Como o construiu?

Camila Munhoz: A Luísa teve uma desilusão amorosa no passado que não superou até hoje, por isso ela não acredita no amor. Me baseei nos meus relacionamentos passados para tentar entender o sentimento da personagem e junto construir esse ódio que ela têm em relação ao amor.

João Vitor Trevizan: Interpreto Arman, um rapaz apaixonado que veio de muito longe para encontrar com a mulher de sua vida. Ele é de uma outra cultura, eu tive que estudar como seria viver em outro lugar e como seria uma pessoa que é guiada totalmente pela emoção.

A história central é de um rapaz que vem atrás de uma moça que conheceu pela internet, mas que acaba se perdendo. Na história sua personagem o ajuda, você faria o mesmo?

 Camila Munhoz: Sinceramente, só se eu tivesse tempo. Apesar de gostar muito de ajudar as pessoas, o máximo que eu faria seria levar até o terminal de ônibus e desejar boa sorte.

 Arman conhece uma garota pela internet e vem atrás dela. Você seria capaz de tal ousadia?

 João Vitor Trevizan: Sim, mas eu ficaria desmotivado se a pessoa morasse muito longe, eu teria que achar ela realmente especial.

 Nos dias de hoje, com várias pessoas se conectando através da internet e se apaixonando sem contato físico, vocês já passaram por algo assim?

 João Vitor Trevizan: Apaixonar não, mas já conversei com pessoas interessantes apenas pela internet, mas não desenvolvi nada mais do que amizade.

 Camila Munhoz: Sim, conheci meu atual namorado pela internet.

 Como foi fazer parte desse projeto, que homenageia os 360 anos de Jundiaí?

 Camila Munhoz: Foi uma experiência única e inesperada. Nunca imaginei fazer algo para televisão e espero poder ter outras oportunidades como essa, ainda mais por se tratar de um projeto para minha cidade natal.

 João Vitor Trevizan: Foi uma experiência realmente incrível e nova para mim, sempre atuei em peças de teatro e essa foi a minha primeira vez que faço uma gravação para televisão, me sinto feliz por participar dessa homenagem para a cidade e de trabalhar com uma equipe fantástica.

 O que podemos esperar de “Primavera” e do especial O Amor e a Cidade?

João Vitor Trevizan: O amor em suas diversas formas sendo apresentadas em emociantes histórias, na primavera teremos a paixão e a desconfiança andando lado a lado.

 Camila Munhoz: Assim como na primavera, veremos o desabrochar não só da flora terrestre, mas também do sentimento que é tema da série.

 Primavera faz parte do especial #OAmoreaCidade estreia dia 05/12 às 18h pela TV Rede Paulista, canal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran.

Entrevista: Meia Estação

Faell Vasconcelos e Alex Miguel contam um pouco dos bastidores de O Amor e a Cidade. 

André e Franz são jovens distintos que vêem suas vidas se unir através de um amor por uma criança, a pequena Helô (Laura Alves). Diferente deles, os atores Alex Miguel e Faell Vasconcelos.

 Fale um pouco do seu personagem.

 Alex Miguel: O André é um rapaz humilde, educado, que gosta de ajudar o próximo e por isso esquece um pouco de viver sua vida. É muito trabalhador. Mora sozinho isso talvez o ajude a ser essa pessoa centrada e responsável que é. É um pouco carente e busca suprir essa carência dando carinho e atenção a tudo e a todos a sua volta. Não se deixa abater por complicações da vida, seja pessoal ou profissional. Mas seu subconsciente busca amor e sucesso.

Faell Vasconcelos: Devido a sua escolha profissional, o Franz se viu na obrigação de amadurecer muito rápido. Saiu do seu país e foi morar na Itália. Conquistou a sua independência e se tornou um profissional de sucesso. Para isso ele teve que sacrificar algumas coisas, como o contato com a família, por exemplo.

Você tem algo em comum com ele? Como você o construiu? Teve alguém da vida real como referência?

Alex Miguel: O que temos em comum é amor ao próximo, o respeito por qualquer ser vivo. A educação também é algo em comum. Para a construção do meu personagem, busquei em pessoas que já convivi, jeitos, costumes etc… Mas o que mais contou foi buscar entender o que esse personagem sentia, como era sua vida cotidiana, seus pensamentos, seus sentimentos e assim por diante. Pois o ator precisa basicamente de três coisas para trabalhar: corpo, voz e principalmente sentimento, precisa agir com o coração. Precisa buscar coisas além do texto, precisa entender não só o presente mas também o passado do personagem

Faell Vasconcelos: Acredito que a determinação em seguir naquilo o que sonhou como carreira seja o que mais me aproxima do Franz. Particularmente, assim como ele, me vejo na obrigação de diariamente tomar decisões difíceis em prol da minha profissão, decisões estas que faz com que eu perca momentos com a família e amigos. A construção do Franz surgiu de forma natural. Assim que recebi o roteiro fiz uma gênese da personagem e fui buscando referências da minha memória emotiva, ninguém real. Busquei referência de personagens que já dei vida ou que contracenei nestes meus 17 anos de profissão como ator.

 Sua história, “Meia Estação”, seu personagem luta por uma garotinha, já que se afeiçoa a ela. É uma forma de amor sem retribuição direta, você acredita que falta um pouco desse amor nos dias de hoje? É essa a proposta do projeto, falar sobre o amor gratuito por alguém que não é familiar?

Alex Miguel: Acho que o mundo hoje esconde um pouco esse amor pelo próximo. Mas não por que as pessoas não sentem esse amor, e sim porque hoje a violência se impera, está muito difícil confiar nas pessoas e isso faz com que as pessoas se fechem umas para as outras. Acho que o projeto de O AMOR E A CIDADE, faz com que as pessoas reflitam sobre isso, “até que ponto posso me dar a chance de amar e ser amado, sem esperar nada em troca”, simplesmente Amar. É. Disso que carece o mundo: AMOR.

 Em “Meia Estação”, Franz, seu personagem é alguém que vive em função do trabalho. Você acredita que as pessoas estejam vivendo em função da carreira, dinheiro ou outra coisa e esquecendo o principal, que é amar? O mundo atual está nos levando a isso?

Faell Vasconcelos: Com certeza. Como disse, neste aspecto sou muito parecido com o Franz. Tomando como base a minha profissão, trata-se de uma área em que não podemos parar. O ator tem que estar em constante exercício da função, correndo atrás, se reciclando e estudando sempre que possível. Atualmente estou na web série Os Boêmios, e além de atuar, também sou o roteirista e diretor, junto do meu parceiro Arthur Chermont. E para que este trabalho ganhe vida, há dias em que fico acordado de 33 a 36 horas. Virado, direto. Eu vivo em função da minha profissão. Sou casado há 9 anos, mas ainda assim não é fácil conciliar esta maratona louca de gravação e teatro com família e relacionamento. Fico devendo demais neste aspecto. Mas o mundo hoje é ágil e a cada dia surgem profissionais cada vez mais qualificados que nós e se pararmos eles nos engolem. O que devemos fazer então é estar sempre na ativa e nunca deixar de estudar, esta é a realidade do mundo hoje.

Como foi fazer parte desse projeto, que homenageia os 360 anos de Jundiaí?

Alex Miguel: Gostei de participar do projeto. A produção está de parabéns pelo trabalho.

Jundiaí completa nesse ano 360 anos. Qual é sua relação com a cidade? Já viveu alguma história de amor marcante na cidade?

Faell Vasconcelos: Nasci em Campo Limpo Paulista, boa parte da minha vida morei em Várzea Paulista e somente agora, depois de casado é que estou vivendo efetivamente em Jundiaí. Mas a minha relação com a cidade sempre existiu. Foi aqui que estudei teatro pela primeira vez, minha formação colegial e universitária aconteceu na cidade. Conheci o meu amor na cidade e estamos juntos há 9 anos, meu filho é jundiaiense. Tenho um carinho enorme pela cidade. Tanto que todos me questionam o porquê de eu não me mudar para capital, uma vez que toda a minha profissional é centrada em São Paulo; e a resposta é simples: adoro Jundiaí. Embora a cidade tenha crescido demais, ela ainda consegue manter aquele clima de cidade provinciana e interiorana.

 O que podemos esperar de “Meia Estação” e do especial O Amor e a Cidade?

Alex Miguel: Convido à todos a prestigiar esse trabalho que foi feito com muito amor e entrega. Com histórias que conquistara e surpreenderá todos os públicos.

Faell Vasconcelos: O projeto é lindo, em especial o episódio Meia Estação. O público pode esperar muitos conflitos, redenção e, claro, muito amor. ´Meia Estação é um episódio bastante peculiar e que chamará a atenção do telespectador. Eu diria que se trata de um episódio especial dentro de um especial. Ficou confuso, será? Por isso assistam. Tenho certeza que vocês não se arrependerão e ficarão encantados com o FINAL SURPREENDENTE de Meia Estação.

Meia Estação faz parte de uma das cinco histórias que compõem o especial

O Amor e a Cidade estreia dia 05/12 às 18h pela TV Rede Paulista, canal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran.

Preparação de Elenco: A arte de extrair emoções

Sob os cuidados de Eliane Lucenti, atores puderam desenvolver suas habilidades para tramas específicas do especial.

Em O Amor e a Cidade, cada gesto, palavra ou até postura do elenco foi pensado nos mínimos detalhes para que cada história se tornasse o mais crível possível. Sob os cuidados da preparadora de elenco, Eliane Lucenti, os atores puderam desenvolver suas habilidades e dar o seu melhor.

Confira agora uma entrevista com Eliane, que conta como foi a preparação dos atores para o especial da TV Rede Paulista.

 1.  Cada ator tem seu tempo e maneira de conduzir o personagem, como você consegue extrair o que se espera dele, segundo especificações da direção ou até mesmo do roteiro?

Não existe uma fórmula mágica, é mesmo caso a caso, mas o que faço é estar ao lado do ator nesse mergulho de pesquisa da personagem, porém sem invadir seu espaço no processo, colaboro levantando questões, oferecendo ferramentas para que ele possa sentir-se mais seguro. Vejo como uma costura que leva em conta todas as questões dramáticas, não pode ser forte de mais para que não deixe de levar em conta o trabalho e a autenticidade do ator, mas que seja firme o suficiente para unir as partes e chegar no melhor resultado possível.

  1. Qual é a maior preocupação ou dificuldade que se teve durante a preparação do elenco do especial?

Este trabalho foi um desafio para toda a equipe pois reuniu uma gama de situações, desde atores profissionais já acostumados com as lentes até marinheiros de primeira viagem! Meu maior desafio foi tentar equalizar tudo isso, espero ter conseguido.

 3. Qual a importância da preparação de elenco durante o processo?

Fundamental em algumas situações, pois trabalha para o melhor desempenho do ator na atuação de seu papel, ajudando o ator a compreender o corpo, a voz e a consciência da personagem para a construção de um fazer orgânico, carregado de verdade.

  1. O que o público pode esperar de O Amor e a Cidade?

Um trabalho artístico feito por corações apaixonados por seu trabalho e por esta cidade, que se dedicaram ao máximo para presentear todo o povo jundiaiense com histórias encantadoras.

O Amor e a Cidade estreia dia 05/12 às 18h pela TV Rede Paulista, canal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran.

Elenco: Conheça os interpretes do especial

Atores se unem para homenagear Jundiaí.

Altos, magros, gordinhos ou baixos, atores de todos os tipos estão prestes a dar vida a personagens que se aproximam ao máximo de nossa realidade. Vividos por boa parte de atores jundiaienses, os atores de O Amor e a Cidade, rompem a barreira do padrão pré existente e dão vida a personagens comuns, repleto de dramas e dilemas que os aproximam do amor.

Vindos da Companhia de Teatro Techniatto: Camila Munhoz e João Vitor Trevizan dão vida a Luísa e Arman, dois desconhecidos unidos pela solidariedade, que acabam se envolvendo na trama de “Primavera”. Da Techniatto ainda vieram Natália Carmelo, Stephanie Leite e Willian Cayres, que integram o elenco de “Inverno”, uma história sobre amor ao próximo. Gustavo Vieira complementa o elenco dando vida ao personagem central masculino.

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Em “Meia Estação”, a história central está na disputa de André e Franz pela guarda da pequena Heloísa. Os personagens são vividos por Alex Miguel e Faell Vasconcelos, que já tiveram peças teatrais apresentadas em São Paulo e Campinas. Os dois ainda podem ser vistos nas web séries: O Lar de Todas As Cores e Os Boêmios. Os atores Davi Junior, Willian Cayres e a pequena Laura Alves completam a obra.

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Já Davi Almeida, Leonardo Campos e Viviane Araújo são os personagens centrais de “Verão”, a trama voltada para o publico jovem do especial. A história relata a trama de Edu, que está em busca do amor de sua vida, mas de quem não sabe nem o nome.  Diferente de “Verão”, a história de “Outono” mostra uma história de amor que resistiu ao tempo. Heitor, vivido por Rubens Gimenez, mantêm uma história de amor vivo através de um livro muito especial, que busca todos os anos na Biblioteca Nelson Foot. Lucas Nicolai e Andreza Celestino dão vida a personagens que retratam com detalhes esse amor. Eliane Lucenti, Camila Chinarelli e Cléo Gimenez completam o elenco dessa grande história de amor.

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Quer mais? Veja em primeira mão o tease do especial =D

Gostou? Então não perca a estréia no dia 05/12 às 18h pela TV Rede Paulista, canal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran.

Referencias: O amor como ponto de partida

Cinema e histórias reais de Jundiaí foram referências para o desenvolvimento do projeto.

Quando o assunto é “amor” há várias histórias para serem contadas, mas como definir que tipo de amor levar para as telas sempre é a questão. Depois de definido o tema, a equipe de pesquisa de O Amor e a Cidade, recorreu a outros meios de comunicação para idealizar e desenvolver o projeto.

Como referência maior, o cinema com suas inúmeras histórias de amor, teve como ponto de partida o projeto Cities Of Love, idealizado pelo cineasta francês Emmanuel Benbihy, que resultou nos filmes Paris, Eu Te Amo; Nova York, Eu Te Amo e Rio, Eu Te Amo. Assim como nessas obras, a cidade é o ponto forte de todo o projeto.

O Amor e a Cidade ainda se inspirou nas histórias reais de Jundiaí e em seus problemas para criar as tramas do especial. O que terá havido com Maria dos Pacotes, ícone da cidade, que segundo relatos não teve o casamento realizado? E se ela tivesse tido uma segunda chance, de na maturidade, encontrar seu amor do passado? O Amor que supera o tempo, é tema de Outono, uma das histórias que compõe o especial.

Inspirado na realidade, que ninguém quer ver, o projeto criado pela Prefeitura de Jundiaí, de deixar roupas espalhados em pontos estratégicos, para que moradores de rua a utilizassem durante o frio, levou o criador da série a criar uma trama que relata o que podemos fazer por aqueles que não conhecemos e como o amor une todos os seres.

Histórias que podem acontecer com vocês, todos os dias, são a grande essência de O Amor e a Cidade, que estreia dia 05/12 as 18h pela TV Rede Paulista, canal 22 da Net, via UHF, CaboJundiaí e pelo site oficial da emissora. Saiba mais em Facebook Home 21 e Instagran.